quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Debbie Harry no poste




Foi assim: eu estava andando na rua, lá naqueles bairros chics de Belo Horizonte, quando, de repente, vejo uma foto pregada num poste. Pensei conheço a foto da essa mulher. Mas de onde? Depois, na volta, passando pelo mesmo lugar: (olho pra foto de novo) não é que é a Debbie Harry. Porra! Eu tinha esse vinil lá em casa.

Trata-se do primeiro disco solo da loira do Blondie, Kookoo. Era um disco bem estranho porque a moça tentava fazer algo bem diferente de sua ex-banda.

Lançado em 1981 pela Chrysalis, além de chamar a atenção por seu primeiro álbum solo, é a capa disco.

É H.R. Giger, o pai do monstrengo de Alien, quem assina a arte da obra. Segundo o artista, a idéia de transpassar o rosto de Debbie com agulhas surgiu após a primeira sessão de acupuntura a que ele se submeteu. É de Giger também capas como Brain Salad Surgery (1973), do trio Emerson Lake & Palmer, e Danzig III- How the Gods Kill (1992), do baixinho Danzig.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Gang Gang Dance: música chata pra gente chata




Para muita gente Gang Gang Dance é música de gente descolada, moderna e tal. Mas para mim é música chata de gente sem criatividade. Neo-tribal, avant-garden, o caralho. É tudo muito chato!

É uma daquelas bandas que de repente ganha fama – ficaram uns 8 anos no underground nova-iorquino burilando seu som  - e viraram cult dos musicalmente “antenados”.

Pois é, eles não ficaram populares não foi por terem saído em turnê com o Sonic Youth? É indie eletrônico né? Entenda-se música indie como música adorada por gente classe média, tipo hipster.

A vocalista Lizzi Bougatsos não sabe cantar, apenas emite uns grunhidos que depois de alguns minutos você não aguenta mais. E as músicas são todas iguais, o que é pior ainda.