domingo, 20 de janeiro de 2013

Como o Accept era boa banda



Gosto muito do Accept do início de carreira. Antes de eles fazerem fama me meados dos anos 80. Refiro-me aos seus três primeiros álbuns: Accept (1979), I´m a Rebel (1980) e Breaker (1981). Não os via como uma banda de Heavy Metal, era um som muito mais próximo do rock´n´roll, praticando uma música entre AC/DC, Judas Priest e Scorpions; apenas um pouco mais pesados que às citadas – porém não podemos negar que eles foram um dos precursores do chamado Speed Metal.

Era a época em que seus integrantes ainda se davam bem; havia grande prazer em fazer música juntos; sem grandes interesses comerciais. Ah, e Udo Dirkschneider ostentava cabelos longos.

O lançamento de Breaker (1981) coincide com a época em que conheci a banda; a primeira música que ouvi foi Feelings. Depois conheci a quase pop Midnight Highway, a incrível Breaker e a belas baladas Can't Stand The Night e  Breaking Up Again, esta última cantada pelo baixista Peter Baltes.

Pena que o Heavy Metal, Hard Rock e até o rock´n´roll (se é que ainda exista) hoje quase não tem melodia; é uma gritaria infernal e o instrumental gravado muito alto, excessos de overdubbing e mesas de incontáveis canais. Será que precisam mesmo disso?

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Kurt Cobain, o evangélico




Sim, Kurt Cobain já foi evangélico – pelo menos por alguns meses. Claro, foi antes de montar o Nirvana.

Os fãs sabem que Kurt veio de uma família desestruturada e praticamente mendigava o amor dos pais. Quando sua relação piorou com seus pais, que eram separados, foi morar em casa de parentes, amigos e, segundo a lenda, até debaixo de uma ponte.

Aos 17 anos, em busca de respostas pela sua vida conturbada, Kurt foi bater às portas da religião Aconteceu no ano de 1984, quando ele tinha 17 anos.  Talvez por influência dos pais de seu amigo Jessé Reed, que eram evangélicos, chegou a ir a igreja batista e inclusive freqüentou regulamente reuniões do grupo de jovens.

Kurt Cobain levou tão a sério que até foi batizado nessa igreja, e como todo bom evangélico saiu pregando para seus amigos e dizia que aceitou Jesus. Também parou de beber e fumar maconha.

Sua conversão não durou mais que três meses – era inteligente demais para sua mente ficar limitada a dogmas.  Curioso é que o futuro baixista e amigo do Nirvana, Krist Novoselic, também freqüentou a mesma igreja que Kurt, porém por outro motivo: mulheres.