sábado, 9 de janeiro de 2010

Editors



Pouco importa se o Editors parece com o Joy Division, U2 ou The Sound. Pouco importa que parece muito com bandas de sua geração como o Interpol e British Sea Power. Pouco importa, também, que em certos momentos a banda constrói um wall of sound que lembra My Blood Valentine ou a fase mais radical do The Wedding Present.

O que importa realmente é que o Editors é uma banda maravilhosa. Desde 2005, quando estrearam com o álbum The Back Room, procedido pelo single “Munich”. Em seguida, venho An End Has a Star (2007) e In This Light And On This Evening (2009). Em todos os trabalhos já lançados o que ouvimos é um som grandioso, magnífico e hipnótico. Mesmo que você perceba o vocal de Ian Curtis (Joy Division) na voz de Tom Smith, o estilo de The Edge (U2) na guitarra de Chris Urbanowicz, pouco importa.

Esqueçam os críticos, que ficam referindo ao Editors como “Interpol de Londres” – esqueceram de chamar o Interpol, à época que começaram, de “Joy Division de New York.
É como disse Paul Banks, vocalista do Interpol: “Deixem o Editors em paz”. Falando em Banks, ele está pra lançar seu primeiro disco solo, Skyscraper, e também logo teremos mais um álbum do Interpol, que segundo Banks, terá orquestrações.



Um comentário:

Adri disse...

comparações são inevitáveis... existe diferença entre influências e cópias. aqui é clara a influência - da boa, lógico!
muito bom post!