terça-feira, 25 de agosto de 2009

The Great Kat, a guitarrista domme


Agora que um dos criadores da guitarra elétrica e responsável pelo sistema de gravação em canais, Les Paul, morreu, em 13 de agosto de 2009, a guitarra elétrica voltou a ser assunto na mídia. Além do lançamento do documentário It Might Get Loud, que se trata da influência da guitarra elétrica, a revista Elle listou as 12 melhores mulheres guitarristas e entre elas, obviamente, a pirada The Great Kat.
Essa moça tem um ego gigante, se diz a reencarnação de Beethoven, a guitarra mais rápida do mundo (a moça é rápida mesmo) e exige ser idolatrada como uma deusa. Seus shows são um caos total: sangue, escravos que ficam reverenciando-a enquanto levam umas belas chicotadas, tapas na cara e beijam os pés da divindade The Great Kat.
Mas não podemos negar que Kat é uma virtuosa da guitarra. Violinista profissional graduada no Conservatório Juilliard de New York, Katherine Thomas que nasceu em uma base militar americana na Inglaterra, mas foi aos 3 anos para os Estados Unidos, diz que castra, tortura, humilha seus escravos no palco.
Ela faz versões ultra-rápidas de músicas clássicas na guitarra que vai desde sua “reencarnação passada” de Beethoven como dos não menos famosos Paganini, Mozart e Bach. Quem se arrisca ir a um show dela?



2 comentários:

Adri disse...

que louco, meu!
ela pode até ser uma grande guitarrista. pretenciosa, egocêntrica como toda boa domme tem que ser, esse é o seu papel. mas ela tem uma voz HORRÍVEL! não iria nesse show não. igual livro do paulo coelho... nem de graça!
hahahah
post criativo, nota 10!

Mary Joe disse...

Claudio, quando consigo separar a persona (egocentrica, tola e chata) do artista, até consigo levar essas pessoas. Já fui a shows como o do Lulu Santos que tem exatamente esse temperamento, e foi até bom.
Quanto a ela, naõ penso que gostaria de ir naõ. Não gostei tanto assim.
Mas seu post ficou bom. Como sempre.
Beijokas
Mary